Caipirês

Caipirês é um dialeto que surgiu a partir da mistura do português com o tupi-guarani, o mineirês dos negros, o paulistanês dos irlandeses pobres, italianos, japoneses, alemães e árabes, e o paranaês dos polacos do pé-vermeio e do povo do "surrr". Ou seja, caipirês é coisa chique, daí!

Caipirês
Caipirês "Caipirrés"
Falado em: Interior do Bandeira do Brasil Brasilsão
Total de falantes:
Classificação genética: Latim
Proto-Itálico
Português Galáctico
Português
Brasileiro
Caipirês
SIL: CAI


Galinhacaipira.jpg Enxada-1.png Esti artigu é caipira, sô!! Enxada-2.png

Este tar di artigu pareci caipira, foi escritu purum caipira, ô ele é de fato
CAIPIIIIRRA!!!

Num istraga eli naum, si não nóis crava a inxada pra riba docê!

HistóriaEditar

No Império Tupiniquim, o caipirês, lingua cosmopolita com origens de vários países do mundo é visto de forma pejorativa pelos provincianos da capitar, influenciados pelo caipira de Taubaté,bicha louca, racista e primeiro pseudo-intelectual brasileiro Monteiro Lobato.

Monteiro Lobato, um estudante da UniBan, monocelha, advogado fracassado e fazendeiro falido que queria ser o Paulo Coelho do tempo da onça era revoltado por morar em Taubaté, prá lá do fim-do-mundo.

Criou o Jeca-Tatu para humilhar seus empregados e disseminou a ideia entre a viadagem paulistana a ideia de que o sotaque do interiorrr, com influência de diversas línguas estrangeiras, era mais feio que a sua monocelha

VariaçõesEditar

No estado de São Paulo, temos vários tipos de caipirês, como o sorocabano, o piracicabano, o amineirado. etc; Ex: caipirês sorocabano: lêitíí caipirês piracicabano:lêitchí caipirês amineirado: leitchh.

Já o caipirês do surr do Paraná é o famoso "leitE quentE dá dôr de dentE', enquanto o dos pés-vermeio são mais parecidos com o do paulista amineirado, o leitchh.

Com a chegada da italianada, o sotaque caipira ganhou alguns decibéis e muita gesticulação, além da troca do "l" pelo "r", como "sarta", "farta" e a troca do "o" pelo "u", com "tabuleta", "tussir" e outras típica dificuldades de gringo para com o português.

Em Minas, o sotaque dos neguim, misturado com o dos indiozim e do patãozim formou o mineirês, uai! Enquanto isso, no Mato Grosso, o sotaque indígena prevaleceu, porque os índios estavam mais interessados em pexcátche do que ficar com frescura para falar.